Publicado 75 anos atrás, A revolução dos bichos mantém em sua narrativa alegórica uma reflexão fundamental para os nossos tempos. No entanto, a correlação com os fatos que inspiraram o autor a escrevê-la quase sempre foi omitida. Aqui apresentamos a obra como ela, de fato, é: uma crítica contundente a Revolução Russa, ao socialismo real que foi posto em prática e a figuras como Marx, Lenin e Trotsky. Sátira política devastadora e fábula moral espirituosa, na tradição de Esopo, La Fontaine, Swift e Voltaire, narra a rebelião dos animais de uma granja contra o dono da propriedade, em busca de uma vida melhor.

Porém, não muito tempo depois, os elevados ideais de liberdade, justiça e igualdade são traídos e um novo regime de opressão substitui a tirania anterior. “Todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais que os outros” passa a ser o único mandamento em vigor e condensa em poucas palavras como o poder corrompe até mesmo as causas mais nobres.

Em A revolução dos bichos, Orwell, espírito independente e radical nato, desencantado com os descaminhos da Revolução Russa de 1917, satiriza, por meio de uma fábula, o totalitarismo do regime stalinista, feito de mentiras, traições e terror.

AUTOR: Autor de seis romances, além de inúmeros ensaios e artigos, George Orwell, pseudônimo de Eric Arthur Blair, nasceu em 1903, na Índia, onde seu pai era alto funcionário do governo britânico. De 1917 a 1921, cursou como bolsista o tradicional e aristocrático Eton College. Porém, depois disso, rompeu com seu passado burguês e renegou seu próprio nome, trabalhando como operário, lavador de pratos e professor. Em 1937, na Guerra Civil Espanhola, lutou contra o fascismo ao lado dos trotskistas e anarquistas socialistas. Seus dois romances mais famosos, A revolução dos bichos e 1984, são tanto fruto de sua rica experiência de vida, como uma enfática condenação ao totalitarismo. Orwell morreu de tuberculose em Londres, em 1950.

 

Autor: George Orwell
Formato: 16×23 cm
Páginas: 160

 

A revolução dos bichos - George Orwell

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Publicado 75 anos atrás, A revolução dos bichos mantém em sua narrativa alegórica uma reflexão fundamental para os nossos tempos. No entanto, a correlação com os fatos que inspiraram o autor a escrevê-la quase sempre foi omitida. Aqui apresentamos a obra como ela, de fato, é: uma crítica contundente a Revolução Russa, ao socialismo real que foi posto em prática e a figuras como Marx, Lenin e Trotsky. Sátira política devastadora e fábula moral espirituosa, na tradição de Esopo, La Fontaine, Swift e Voltaire, narra a rebelião dos animais de uma granja contra o dono da propriedade, em busca de uma vida melhor.

Porém, não muito tempo depois, os elevados ideais de liberdade, justiça e igualdade são traídos e um novo regime de opressão substitui a tirania anterior. “Todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais que os outros” passa a ser o único mandamento em vigor e condensa em poucas palavras como o poder corrompe até mesmo as causas mais nobres.

Em A revolução dos bichos, Orwell, espírito independente e radical nato, desencantado com os descaminhos da Revolução Russa de 1917, satiriza, por meio de uma fábula, o totalitarismo do regime stalinista, feito de mentiras, traições e terror.

AUTOR: Autor de seis romances, além de inúmeros ensaios e artigos, George Orwell, pseudônimo de Eric Arthur Blair, nasceu em 1903, na Índia, onde seu pai era alto funcionário do governo britânico. De 1917 a 1921, cursou como bolsista o tradicional e aristocrático Eton College. Porém, depois disso, rompeu com seu passado burguês e renegou seu próprio nome, trabalhando como operário, lavador de pratos e professor. Em 1937, na Guerra Civil Espanhola, lutou contra o fascismo ao lado dos trotskistas e anarquistas socialistas. Seus dois romances mais famosos, A revolução dos bichos e 1984, são tanto fruto de sua rica experiência de vida, como uma enfática condenação ao totalitarismo. Orwell morreu de tuberculose em Londres, em 1950.

 

Autor: George Orwell
Formato: 16×23 cm
Páginas: 160